A última edição de dezembro da Revista ABRAVA abordou um tema de extrema importância para o planejamento da manutenção em ativos, com base em sua CRITICIDADE FUNCIONAL. A definição da melhor estratégia de manutenção à ser implantada em uma edificação e seus ativos deverá observar o seu nível de criticidade, permitindo a sua customização em relação as instalações e seus componentes, além da correta priorização.
Este pequeno artigo versou sobre este cuidado ao se planejar a manutenção em sistemas de AVAC-R, embora a sua aplicação e conceito se estendam aos ativos de manutenção, de uma forma geral.
Alexandre Fontes é formado em Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção pela Faculdade de Engenharia Industrial FEI, além de pós-graduado em Refrigeração & Ar Condicionado pela mesma entidade.
Desde 1987, atua na implantação, na gestão e na auditoria técnica de contratos e processos de manutenção.
É professor da cadeira de "Operação e Manutenção Predial sob a ótica de Inspeção Predial para Peritos de Engenharia" no curso de Pós Graduação em Avaliação e Perícias de Engenharia pelo MACKENZIE, professor das cadairas de Engenharia de Manutenção Hospitalar dentro dos cursos de Pós-graduação em Engenharia e Manutenção Hospitalar e Arquitetura Hospitalar pela Universidade Albert Einstein, professor da cadeira de "Comissionamento, Medição & Verificação" no MBA - Construções Sustentáveis (UNIP / INBEC), tendo também atuado como professor na cadeira "Gestão da Operação & Manutenção" pela FDTE (USP) / CORENET.
Desde 2001, atua como consultor em engenharia de operação e manutenção.
Pingback: Planejamento do blog para 2025 | Operação & Manutenção Sustentável