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Crise???? Desaceleração????…Imagine….Só se for na Sibéria….
Construtoras cancelam R$ 1,4 bilhão em vendas de imóveis no trimestre
Por Circe Bonatelli e Naiana Oscar
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,construtoras-cancelam-r-1-4-bilhao-em-vendas-de-imoveis-no-trimestre,185175,0.htm
Divulgação: Corenet Brazil
Com o aumento do número de clientes que não conseguem financiamento, em função da análise mais rigorosa de crédito por parte dos bancos, total de contratos de venda cancelados pelas incorporadoras é 30% maior que no mesmo período de 2013.
SÃO PAULO – O mercado imobiliário tem um novo desafio nos próximos meses: reduzir a quantidade de vendas canceladas. Esse problema, que já vinha aparecendo no balanço das incorporadoras em 2013, ficou ainda mais evidente neste início de ano: o volume de imóveis devolvidos – que vão parar nos estoques das incorporadoras – chegou a R$ 1,4 bilhão.
A cifra supera em 30% o valor dos cancelamentos feitos no primeiro trimestre do ano passado. O levantamento considera os números de nove empresas de capital aberto que divulgam esse tipo de informação. De modo geral, as companhias alegam que, desta vez, o problema não é com elas, mas com os bancos, que estão mais rigorosos na concessão de financiamento desde o fim de 2013. “De fato, as condições de crédito nos últimos meses ficaram menos favoráveis”, diz o economista Wermeson França, da LCA Consultores.
Quando uma obra é entregue, o cliente da incorporadora é repassado para o financiamento bancário – momento em que as empresas recebem a maior parte do pagamento pela unidade vendida na planta. Mas muitos desses compradores foram vetados pelos bancos por não terem condições de assumir o empréstimo. “Há alguns anos, as rescisões de contratos ocorriam por problemas operacionais das empresas; agora, o fator é externo. Mas também preocupa”, diz o analista da Coinvalores, Felipe Silveira.
A mineira MRV teve o maior volume de vendas canceladas no começo do ano. A companhia mineira reportou R$ 327,9 milhões em “distratos” no primeiro trimestre. “Desde outubro, Caixa e Banco do Brasil passaram a restringir os financiamentos”, diz Rafael Menin, presidente da MRV. No primeiro trimestre, o volume de unidades canceladas pela companhia chegou a 20% das vendas contratadas no período. A meta de Menin é reduzir esse porcentual para menos de um dígito, mas ele diz que isso só será possível a partir do ano que vem.
Para alcançar esse patamar, a empresa vem reduzindo o prazo entre a compra e o repasse para o banco (que no caso dela, o repasse é feito ainda no período de obra). O prazo que já foi de 12 meses caiu pela metade. “E queremos chegar a 90 dias apenas”, diz Menin.
A rescisão de vendas também foi maior em empresas como Direcional, PDG, Tenda, Gafisa, Rossi e Brookfield. Além do maior rigor por parte dos bancos, as companhias dizem que o aumento dos cancelamentos se deve a um maior volume de entregas no período e a um esforço para melhorar a carteira de clientes: quem não tem condições de assumir o financiamento bancário tem o contrato rescindido antes mesmo do repasse. Os analistas do setor de construção acreditam que a tendência é que os distratos sigam altos neste ano, pois as entregas de obras continuarão em ritmo forte.
Por Circe Bonatelli e Naiana Oscar
Publicado em Real Estate e Mercado Imobiliário
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Lâmpadas incandescentes estão perto da extinção
Fonte: Rádio Fandango – 21.05.2014
Divulgação: Procel Info
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Quem compra lâmpadas incandescentes já deve ter notado que elas estão sumindo das prateleiras. O motivo é uma decisão do governo federal: segundo a Portaria Interministerial 1.007, assinada em 2010, as lâmpadas incandescentes serão substituídas gradativamente, em todo o país, por lâmpadas fluorescentes ou LED. Até junho de 2016, todos os modelos não serão mais fabricados.
A troca dos produtos se deve principalmente a três fatores: economia de energia (em média, a fluorescente gasta quatro vezes menos energia que a incandescente), durabilidade (a fluorescente dura cerca de oito vezes mais que as incandescentes) e preservação do planeta (como consomem menos energia, as lâmpadas fluorescentes evitam lançar toneladas de dióxido de carbono na atmosfera). Conta quatro vezes menor O coordenador do Programa de Eficiência Energética da Ceee, Francisco Gomes afirma que são muitas as vantagens da substituição de lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes. – Em média, com a troca, o gasto será cerca de quatro vezes menor, e a durabilidade, oito vezes maior. Um fator importante é a questão ambiental, pois o consumo de energia é bem menor – afirma Francisco. O coordenador explica a diferença entre as lâmpadas LED e fluorescentes: – O modelo LED é bem mais caro mas, segundo os fabricantes, dura cerca de 30 mil a 50 mil horas. Já as fluorescentes têm uma durabilidade de, aproximadamente, 6 mil a 8 mil horas. As datas limite para fabricação A extinção das lâmpadas incandescentes é gradual, conforme estabelece a portaria. Assim, as incandescentes de maior potência (acima de 150W) já deixaram de ser fabricadas em junho de 2012. Em junho de 2013, também pararam de ser produzidas aquelas com potência entre 61W e 150W. Já em junho deste ano, é a vez das lâmpadas a partir de 60W. A interrupção da fabricação segue até junho de 2016, atingindo as lâmpadas incandescentes de menores potências, de até 25W. Para todos os casos, a venda das lâmpadas ainda é permitida por um ano depois da proibição de ser fabricada. |
Publicado em Artigos Diversos, Eficiência Energética, Sustentabilidade
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Vamos ajudar o Pedrinho à se tornar o Pedrão
Recebo normalmente vários e-mails solicitando a ajuda, principalmente para crianças que requerem um levantamento de fundos para o financiamento de cirurgias e outros procedimentos.
É verdade que nem sempre conseguimos ajudar à todos, apesar do sentimento de pai…
Mas neste caso em específico, não houve como não se encantar com o sorriso do Pedrinho e com a história de luta de seus pais, embora não os conheça pessoalmente.
Enfim, segue abaixo a cópia da chamada, incluindo os links, que recebi através do Grupo Facilities Services Group para que todos possam conhecer um pouco da história do Pedrinho e quem sabe, ajudá-lo à se tornar o Pedrão, mantendo o seu sorriso encantador.
Capítulo RDC….Vitória da sensatez…
Acabo de receber um informe do SINAENCO posicionando à todos sobre a votação da RDC pelo Senado no dia de hoje, cujo resultado manteve a coerência e sensatez, ou seja, restringindo o seu uso (RDC) apenas para obras relacionadas à Copa do Mundo, à Olimpíada, ao PAC e ao setor da educação.
Como má notícia, apenas as “torneirinhas” que continuarão abertas nas obras da Copa e Olimpíadas…., pois as do PAC, já estão abertas há bastaaaante tempo.
Vejam o email do SINAENCO na íntegra:
Senado vota contra ampliação do RDC para todas as obras
Entidades comemoram vitória
Em plenária encerrada há pouco no Senado Federal, senadores chegaram a um acordo unânime na votação da MP 630: eles decidiriam retirar o artigo 1º da Medida Provisória, que estenderia o Regime Diferenciado de Contratações a todas as obras públicas. Excluindo-se o referido artigo, o RDC continua valendo apenas para obras da Copa, da Olimpíada, do PAC e do setor de educação, além daquelas envolvendo presídios, motivação inicial da MP.
O acordo dos senadores prevê ainda a priorização do encaminhamento da Lei de Licitações, cuja discussão, por meio do PLS 559, já se encontra em avançado estágio no Congresso.
O Sinaenco e demais entidades parceiras, como a ABCE, o CAU, o Confea, o CREA/SP e o IAB, que nas últimas semanas empreenderam grandes esforços na imprensa e juntos aos senadores pleiteando uma discussão mais aprofundada sobre o tema e argumentando sobre a importância de se ter o projeto antes da licitação da obra, lógica contrariada pelo RDC, comemoram essa importante vitória.
“Venceu o discernimento dos senadores ao prever que um debate dessa magnitude, que impactará toda a sociedade, usuária dos empreendimentos públicos, não poderia ser conduzido apressadamente, via Medida Provisória. Venceu também o setor de projetos de arquitetura e engenharia, que vê sua atividade reconhecida como fundamental na condução do empreendimento público. Vamos comemorar a vitória, mas devemos estar cada vez mais unidos para acompanhar a tramitação do PLS 559”, afirmou o presidente nacional do Sinaenco, José Roberto Bernasconi.
Publicado em Artigos Diversos, Comentarios do Bloggeiro
Com a tag Leis Brasileiras
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Última edição da Revista ASBRAV aborda temas importantes
A edição abaixo da Revista ASBRAV abordou temas importantes para os setores de Facility Management, Operação & Manutenção, referentes à importância da Automação Predial em edificações sustentáveis e também à Síndrome do Edifício Doente.
Vale a pena conferir através do link abaixo:
Facilities Services realizará uma série de palestras durante o Congresso INFRA SP e Expo que começam amanhã
A Facilities Services, empresa do segmento de Facility Management e especialista em capacitação de seus profissionais, divulgou uma série de palestras para o dia 22/05, que serão realizadas em seu estande, durante a Feira & Expo.
Vejam abaixo a “chamada original” e programação:
Dia 22/05/14 – MARQUE EM SUA AGENDA!
Palestras da Facilities Services no Auditório da Feira INFRA.
Será um show de informação, sorteios e networking!!
Seguem as palestras programadas:
09h00 às 10h30 – Sérgio Tovanni – Reengenharia Comportamental
10h40 às 12h10 – Fernanda Miranda – O que é e-social e o que muda nas empresas terceirizadas
14h00 às 15h30 – Fátima Sousa – Motivos para ampliar a sua Rede de Contatos (“O gato subiu no telhado…)
15h40 às 17h10 – Sérgio Gennari – As grandes mudanças do ser humano e seus impactos na Liderança
Programe-se e atualize-se conosco!!
Centro de Convenções Frei Caneca – 4º andar – Estande 47
Até lá!
Publicado em Facility Management, Palestras
Com a tag Capacitação de pessoal, Networking
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Vidros Fotovoltaicos serão instalados no aeroporto de Viracopos, em Campinas
Fonte: Construir Sustentável – Seção Green Building
Link para o site original
VIDROS FOTOVOLTAICOS SERÃO INSTALADOS NO VIRACOPOS
Uma parceria entre a Soliker Brasil e o Consórcio Construtor de Viracopos (CCV) instalará na ampliação do Aeroporto Internacional de Viracopos, 33 claraboias no teto do terminal, gerando uma capacidade instalada de 117kWp em uma área de cerca de 33 mil m².
Uma parceria entre a Soliker Brasil e o Consórcio Construtor de Viracopos (CCV) instalará na ampliação do Aeroporto Internacional de Viracopos, 33 claraboias no teto do terminal, gerando uma capacidade instalada de 117kWp em uma área de cerca de 33 mil m².
Os vidros laminados beneficiarão o novo terminal com grande aproveitamento da luz natural, utilizando a fonte renovável para geração de energia elétrica, além de garantir isolação térmica e sonora. Num momento em que o país corre risco com apagão, alta dependência de hidrelétricas, os vidros fotovoltaicos se tornam uma alternativa para geração de energia, criando independência dos métodos de fornecimento convencionais.
Com as mesmas características mecânicas dos vidros laminados comuns, utilizados em grande escala na construção civil, os fotovoltaicos apresentam como diferencial a sua capacidade de transformar energia solar em energia elétrica, graças as suas células de silício. A tecnologia conhecida como Filme Fino (Thin film), baseada em silício amorfo, garante maior performance em condições de baixa radiação e alta temperatura, em ângulos de inclinação “não ótimos” e obtenção de diferentes níveis de transparência na aplicação.
“Os vidros laminados fotovoltaicos, através do sistema BIVP (Building Integrated Photovoltaic), podem ser usados simultaneamente como material de cobertura da edificação e como geradores de energia, promovendo uma redução de custo, mitigando o uso de materiais de construção e energia elétrica. Consequentemente, além de agregar valor à edificação, a redução no consumo de combustível fóssil, e emissão de gases nocivos à camada de ozônio” explica Alvaro Costa, diretor de negócios e sócio-proprietário da Soliker Brasil.
As 33 claraboias que estarão no novo terminal de Viracopos tem estrutura de 100m2 cada, todas compostas de vidros duplos baixo emissivo, que impedem a transferência térmica entre o ambiente interno e externo sem prejuízos a entrada de luz natural, totalizando 138kWp de potência instalada. Utilizando-se de um fator médio de gasto residencial (120kWh/mês), seria possível abastecer aproximadamente 145 residências, poupar 520 árvores e deixar de emitir aproximadamente 10 toneladas de CO2. Estima-se uma economia mensal de R$ 7.500,00.
A ideia da Soliker Brasil surgiu por meio do sistema europeu de incentivo ao público para que fosse utilizada a energia solar para geração de energia elétrica. “Queremos reforçar no Brasil a cultura da sustentabilidade e apresentar as vantagens de utilizar a energia solar como fonte de geração de energia elétrica. A Europa, por exemplo, já conta com políticas para a implementação de sistemas de energia renováveis em edificações, a fim de torná-las sustentáveis”, afirma Gabriela Corte, diretora de negócios corporativos e sócia-proprietária da Soliker Brasil.
(Redação Construir Sustentável pautado por Alfapress Comunicações)

Publicado em Artigos Diversos, Eficiência Energética, Sustentabilidade
Com a tag Energia Fotovoltaica
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ABESCO divulga o 11º COBEE e a Expo Eficiência 2014
A ABESCO – Associação Brasileira de Empresas de Serviços de Conservação de Energia iniciou a divulgação do 11º COBEE – Congresso Brasileiro de Eficiência Energética, juntamente com a Expo Eficiência 2014, eventos que serão realizados em SP nos dias 21 e 22 de Julho.
Vejam abaixo o link para que possam obter mais informações
Publicado em Cursos & Seminarios / Congressos, Eficiência Energética
Com a tag ABESCO
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