Garoto de 19 anos cria tecnologia que pode limpar os oceanos

Fonte: Olhar Digital

Divulgação: Instituto de Engenharia de SP

Vejam aqui a matéria em seu local de origem e assistam ao vídeo do You Tube

Um garoto holandês de apenas 19 anos desenvolveu um sistema capaz de separar e recolher boa parte do lixo que polui os oceanos. Seu nome é Boyan Slat e ele abriu uma campanha de financiamento colaborativo a fim de levantar, em 100 dias, os US$ 2 milhões necessários para tocar a ideia adiante – dos quais já conseguiu mais de 1/4.

Slat conta com uma equipe de mais de 100 pessoas, que o ajudaram a elaborar um estudo de 528 páginas para provar que seu sistema é viável. Trata-se de um combinado de barreiras flutuantes em forma de V que, ao serem ancoradas no fundo do mar, usariam seus 30 quilômetros de braços para coletar lixo a uma profundidade de até 3 metros.

A altura é ideal para não atrapalhar a vida marinha e o formato da engenhoca também, porque ela não usa redes e, portanto, é inofensiva para os animais. Segundo o relatório, seriam recolhidos 65 metros cúbicos de lixo por dia. Eles deveriam ser retirados a cada 45 dias com um navio.

A deficiência do sistema é que ele não coleta partículas minúsculas, que tenham menos de 0,1 mm. Mas como boa parte disso é gerado pela quebra de materiais maiores, estima-se que com o tempo a quantidade delas também diminua.

O dinheiro do financiamento cobriria a montagem e implementação da ideia, mas a manutenção seria paga com a reciclagem do material tirado da água.

Com: Business Week

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ABRAFAC estuda ampliar suas atividades no RJ

ABRAFAC – Regional Rio de Janeiro

Fonte: ABRAFAC

Mais do que engrossar as comemorações do FM Day no Brasil, o almoço realizado no último dia 4 de junho no Rio de Janeiro foi o marco inicial da nova fase de atividades da Regional ABRAFAC naquele estado, aonde vem fortalecendo os trabalhos, buscando a integração e união de esforços entre os profissionais do segmento.

Segundo Alexandre Couto, diretor da Regional, além de um descontraído encontro, os participantes aproveitaram a ocasião para trocar conhecimentos, fazer networking e os associados opinaram sobre os próximos passos que a Associação poderia dar para atender às demandas locais. “Conversamos sobre assuntos diversos, de interesse comum. Falamos sobre MBA em FM no Rio, qualificação e capacitação de profissionais, certificação de qualidade em manutenção predial, sistemas de gestão integrada, entre outros tantos”, comentou.

Os participantes aprovaram a iniciativa do encontro e se prontificaram a contribuir para um planejamento de atividades da ABRAFAC na Cidade Maravilhosa. Prova disso, é que saíram de lá com uma reunião agendada para o dia 16 de junho e com o compromisso de tornar a realização desse almoço entre os facilities periódico.

Satisfeito com a movimentação que está sendo feita no Rio de Janeiro e com os resultados obtidos no almoço do FM Day, o presidente Marcos Maran parabenizou Alexandre Couto pela realização e reiterou a disposição da entidade para alavancar as atividades por lá: “Após as mudanças realizadas nos últimos meses, a ABRAFAC possui agora melhores condições de apoiar projetos nessa cidade e, portanto, fico aguardando as novidades que vocês nos apresentarão após a reunião, para buscarmos atender as necessidades da comunidade de facility management do Rio”.

Portanto, se você é um profissional de FM ou ligado ao setor e está no Rio de Janeiro, fique atento às novidades, contribua e participe da ABRAFAC Regional!

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Edifícios comerciais têm até 2025 para se tornarem energeticamente eficientes

Fonte: Construir Sustentável – Seção Green Building

Acesse aqui o artigo em seu local de origem

Em atual período de transição, o mercado imobiliário brasileiro tem se transformado para atender à demanda crescente por edifícios ambientalmente adequados. O Plano Nacional de Eficiência Energética (PNEF), por exemplo, já prevê que a partir de 2030 todos os prédios residenciais brasileiros deverão ter uma etiqueta de eficiência energética. Os empreendimentos públicos devem se adequar até 2020, e os comerciais têm até 2025.

A nova regra é um dos motivos pelos quais as certificações são cada vez mais procuradas. No Brasil existem dois selos principais, o americano LEED (Leadership Energy and Environmental Design) e o AQUA (Alta Qualidade Ambiental), que somados certificaram 301 ‘prédios verdes’ em 2013 – um crescimento de 16% em relação aos 259 do ano anterior, sendo que o estado de São Paulo representa 60% das certificações LEED e 41% da AQUA.

Sócio da Gipece Administração & Participação LTDA, Greco Paolo se antecipou à exigência do PNEF e realizou um retrofit verde completo (processo de revitalização, modernização e readequação da construção existente) no Panorama Paulista Corporate e o transformou no primeiro edifício sustentável com certificação LEED Core & Shell da região da avenida Paulista. O processo de revitalização manteve 80% da estrutura principal e modernizou a fachada com vidros de alta eficiência, que proporcionam uma economia de energia de 13%, instalou sistema de ar-condicionado de terceira geração, que reduz o consumo de energia em 20%, e projetou um sistema hidráulico para reduzir em 30% o consumo de água.

“O mercado só tem a ganhar com essa transformação. O retorno financeiro ao longo de 20 anos é 10 vezes maior do que o investimento adicional gasto na compra do imóvel”, analisa Paolo. Desde 2007, quando o primeiro ‘green building’ do Brasil foi inaugurado, o mercado da construção sustentável faturou R$ 16,3 bilhões.

Conheça os principais itens que deram ao Panorama Paulista Corporate a certificação LEED Core & Shell:

1 – Vidros de alta eficiência. A nova fachada com vidros de alta eficiência proporciona economia de 13% no consumo de energia, por absorver menos calor e não sobrecarregar o sistema de climatização.
2 – Ar-condicionado de terceira geração. Reduz gastos com eletricidade em 20%.
3 – Sistema hidráulico inteligente. Projetado para reduzir em 30% o consumo de água.
4 – Reutilização da água. Uso da água descartada pelo ar-condicionado na irrigação dos jardins.
5 – Iluminação natural. Não é necessário acender as luzes antes das 17h no edifício, devido ao projeto de iluminação que aproveita ao máximo a luz solar.
6 – Medidores individuais de água e energia. Com um medidor em cada andar, o locatário pode medir a energia por uso, sendo possível, dessa forma, identificar os maiores gastos.
7 – Atendimento aos padrões ecológicos de certificação. Hoje, o empreendimento segue os padrões LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) Core & Shell, selo concedido pela organização.

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A esterilização de produtos para a saúde também deve ser realizada conforme norma técnica

Quem já não se deparou com pequenas estufas em consultórios dentários e observou a retirada de instrumentos “esterilizados” para o uso em seu próprio tratamento?

Pois é, recebi recentemente um e-mail da Target abordando como um de seus temas “a esterilização de produtos para a saúde”, sendo este um procedimento normatizado…

Segue abaixo o artigo, sendo que basta clicar aqui para acessá-lo em seu local de origem.

A esterilização de produtos para a saúde

Fonte: Target

Por: Maurício Ferraz de Paiva

A esterilização pode ser definida  como um processo validado utilizado para obter um produto livre de micro-organismos viáveis. Ou seja, é o processo que promove completa eliminação ou destruição de todas as formas de micro-organismos presentes: vírus, bactérias, fungos, protozoários, esporos, para um aceitável nível de segurança. O número, tipo e localização dos micro-organismos influenciam os processos de esterilização, bem como a presença de matéria orgânica, concentração, tempo de exposição e fatores físicos, como temperatura e umidade relativa.

A NBR ISO 14937:2014 – Esterilização de produtos de atenção à saúde — Requisitos gerais para caracterização de um agente esterilizante e desenvolvimento, validação e controle de rotina de um processo de esterilização de produtos para saúde especifica os requisitos gerais para a caracterização de um agente esterilizante e para o desenvolvimento, validação e rotina de monitoramento e controle de um processo de esterilização de produtos para saúde. Um produto para saúde estéril é um artigo que está livre de micro-organismos. Quando é necessário fornecer um produto para saúde estéril, normas que especificam requisitos para validação e controle de rotina dos processos de esterilização requerem que eventuais contaminações microbiológicas de produtos para saúde anteriores à esterilização sejam minimizadas.

Mesmo assim, produtos para saúde produzidos sob condições de fabricação padronizadas de acordo com os requisitos para sistemas de gestão da qualidade (ver, por exemplo, NBR ISO 13485) poderiam ter micro-organismos antes da esterilização, embora em baixos números. Esses produtos para saúde não estão estéreis.

O propósito da esterilização é inativar os contaminantes microbiológicos e assim transformar os produtos para saúde não estéreis em estéreis. A cinética de inativação de uma cultura pura de micro-organismos por agentes físicos e/ou químicos, utilizados geralmente para esterilizar produtos para saúde, pode ser melhor descrita por uma relação exponencial entre números de micro-organismos sobreviventes e a extensão de tratamento com o agente esterilizante; inevitavelmente, isso significa que sempre existe uma probabilidade finita que um micro-organismo possa sobreviver independentemente da duração do tratamento aplicado.

Para um determinado tratamento, a probabilidade de sobrevivência é determinada pelo número e resistência dos micro-organismos e pelo ambiente em que os organismos existem durante o tratamento. A esterilidade de qualquer produto para saúde com uma população submetida ao processo de esterilização não pode ser garantida e a esterilidade de uma população processada é definida em termos da probabilidade de ter micro-organismos viáveis presentes no produto para saúde.

Esta norma descreve requisitos que, se atendidos, fornecerão um processo de esterilização com atividade microbicida adequada destinado a esterilizar produtos para saúde. Além disso, a conformidade com os requisitos garante que o processo de esterilização seja confiável e reprodutível, de forma que predições possam ser feitas, com certeza razoável de que exista uma probabilidade de baixo nível de haver um micro-organismo viável presente, em um produto para saúde após a esterilização.

A especificação dessa probabilidade é uma questão para autoridades regulatórias e pode variar de país para país (ver, por exemplo, EN 556-1 e ANSI/AAMI ST67). Os requisitos genéricos do sistema de gestão da qualidade para projeto e desenvolvimento, produção, instalação e serviços são dados na NBR ISO 9001 e requisitos especiais para sistema de gestão da qualidade para produção de produtos para saúde são dados na NBR ISO 13485.

Os padrões para sistemas de gestão da qualidade reconhecem que, para certos processos utilizados na fabricação, a eficiência do processo não pode ser totalmente verificada por inspeções subsequentes e ensaios do produto. A esterilização é um exemplo de tal processo. Por essa razão, os processos de esterilização são validados para seu uso, o desempenho do processo de esterilização é monitorado rotineiramente e o equipamento é conservado.

A exposição para uma validação correta, precisamente controlada pelo processo de esterilização não é o único fator associado à entrega de uma garantia confiável, que um produto para saúde processado é estéril, a este respeito, adequado para seu uso pretendido. Atenção é dada para um número de fatores, incluindo: a condição microbiológica da entrada de matérias primas e/ou componentes; a validação e controle de rotina dos procedimentos de limpeza e desinfecção utilizados no produto para saúde; o controle do ambiente no qual o produto para saúde é fabricado, montado e embalado; o controle de equipamentos e processos; o controle de pessoas e sua higiene; a forma e materiais nos quais os produtos para saúde são embalados; as condições sob as quais o produto para saúde é armazenado.

O tipo de contaminação em um produto para saúde a ser esterilizado varia e isso influencia a eficácia de um processo de esterilização. Produtos para saúde que foram utilizados em um estabelecimento de assistência à saúde e que estão sendo apresentados para reesterilização em conformidade com as instruções do fabricante (ver ISO 17664) devem ser considerados casos especiais. Existe um potencial de cada produto para saúde possuir uma ampla gama de micro-organismos contaminantes e contaminação residual inorgânica e/ou orgânica, a despeito da aplicação de um processo de limpeza.

Mauricio Ferraz de Paiva é engenheiro eletricista, especialista em desenvolvimento em sistemas, presidente do Instituto Tecnológico de Estudos para a Normalização e Avaliação de Conformidade (Itenac) e presidente da Target Engenharia e Consultoria – mauricio.paiva@target.com.br

 

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Padrão FIFA / FIFA Standard…..??

É impressionante como jogo após jogo, surgem algumas notícias sobre situações inesperadas, tais como alimentos que causaram desconfortos e mal estar aos torcedores, a invasão de torcedores sem ingresso e até mesmo a invasão de campo, fato este estranhamente retirado de cena (mudaram a câmera) assim que o invasor surgiu na imagem…

Ontem mesmo ouvi de uma das emissoras oficiais que as fotos de apresentação dos jogadores (na qual cruzam os braços e fazem “cara de mau”) também são uma exigência contratual da FIFA, sendo que estas imagens só poderão ser utilizadas no mundial e imediatamente apagadas após a sua conclusão, conforme estabelecido em uma cláusula contratual.

Por fim, ouvi de uma das concessionárias que administram os estádios da copa que a operação é totalmente comandada por pessoas da FIFA e que as equipes das concessionárias apenas dão suporte…

Pois bem, não é necessário analisar muito para compreender o quão importante se faz a operação de todas as atividades nestas arenas, para que se atinja o tal “padrão FIFA”, o que não está, de fato, ocorrendo.

Os profissionais da área de facilities sabem da dificuldade em se atingir um padrão de excelência em empreendimentos comerciais, ainda mais considerando  o atual nível de mão de obra, os baixos investimentos em sua capacitação, o menor poder de retenção de valores e em muitas vezes, contratos de prestação de serviço mal estabelecidos.

Mas enquanto isto, e desprezando o óbvio e as dificuldades relacionadas, continua-se à buscar pelo tal “padrão FIFA”…

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Match after match, it is really impressive how unexpected situations have been noticed by the local press, as diseases caused by food served on World Cup Arenas, the invasion of soccer fans without tickets in one specific arena (until now…) and also, one invasion during a match (match field), which was immediately hided by the official TV (changing the camera) as soon as the invader appeared on the screen….

Yesterday, I’ve  heard from one of the official TVs about the players photos that appears during their presentation before the match begins (where the players cross their arms and look at you with a “bad boy face”), which are also a contract obligation established by FIFA, considering their exposition only during the World Cup.

At last, I’ve heard from one of the local World Cup Arenas’ concessionaries that the operation during Word Cup Events are totally controlled and under the responsibility of  FIFA (the local concessionaire staff is just performing a local support under FIFA’s supervision and command)…

So, it is not necessary to get us stressed to understand how much a good and reliable operation of World Cup Arenas will be directly responsible to achieve the “FIFA Standard”, although, it is also possible to observe and conclude that it is not happening.

The FM professionals understand how difficult and complex may be achieving a high level performance or standards within commercial buildings, specially considering our current and non trained labor, our low investments in training, the difficulties to retain /  withhold a good labor and sometimes, the issues regarding our services providers and the contract with them.

Meanwhile and disregarding the above issues, it seems that the World Cup Team is still looking to achieve “FIFA standard”…

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USGBC anuncia a certificação LEED em estádios brasileiros

O USGBC acaba de anunciar a certificação LEED concedida à estádios no Brasil, responsáveis por sediar jogos da copa.

Entre eles estão o Maracanã (Leed Gold), a Fonte Nova (Leed Silver), o Castelão ( Leed Certified), a Arena Amazônia (Leed Silver) e a Arena Recife (Leed Silver), conforme artigo divulgado pelo próprio GBC.

No entanto, considerando o recente histórico de falhas em nossas obras construídas “as pressas” e considerando o atraso de nossas obras em relação a infraestrutura para recebermos a copa do mundo, o que podemos esperar neste sentido?

Será que todas as etapas de um comissionamento foram seguidas e concluidas conforme o esperado? Será que todos os cuidados foram tomados para que as premissas do projeto como um todo tenham sido satisfeitas durante as fases de projeto, construção e uso….. Ou será que o curto prazo e a pressão para reduzir os atrasos teve alguma influência no cumprimento destas etapas.

Esperemos que não, pois não desejamos mais exemplos como o Engenhão no RJ, pois independentemente de um processo de certificação verde, uma obra daquele porte foi certamente comissionada e pelo que nos consta, falhou neste quesito…

Ainda estamos pagando muito….mas muito caro pelas obras cujos aspectos de qualidade já têm sido questionados…

Segue abaixo o artigo publicado pelo USGBC, sendo possível acessar aqui o artigo em sua origem.

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US Green Building Council announces Leed Certification for World Cup Sradiums

By jacob Kriss

Brazil is the Fifth Largest Among the Top Five Markets for LEED-Certified Buildings in the World

Maracanã, South America’s Largest Stadium, Will Host Final World Cup Game

Washington, D.C. — (17 June 2014) — Today, in conjunction with the 2014 FIFA World Cup in Brazil, the U.S. Green Building Council (USGBC) announced that several World Cup stadiums have achieved LEED certification, including South America’s largest stadium, Maracanã in Rio de Janeiro.

Originally built and used for the 1950 FIFA World Cup, the LEED Silver Maracanã stadium is once again reprising its role by playing host for the final game of the 2014 World Cup. Maracanã will also serve as a major sporting venue for the Rio 2016 Olympic Games, hosting both the opening and closing ceremonies as well as major sporting events.

The other LEED-certified stadiums for the 2014 FIFA World Cup include Castelao Arena in Fortaleza (LEED Certified), Arena Fonte Nova in Salvador (LEED Silver), Arena da Amazônia in Manaus (LEED Silver) and Arena Multiuso in Recife (LEED Silver).

“Even as the world’s top teams take the field, the venues themselves are also in the spotlight, demonstrating not only the worldwide applicability and adaptability of the LEED green building rating system, but also Brazil’s leadership position at the forefront of the movement to high-performing green buildings,” said Rick Fedrizzi, president, CEO and founding chair, USGBC. “FIFA and the Government of Brazil have shown great leadership and commitment to mitigating the environmental impact of these World Cup facilities and for making them a showcase of sustainable construction for the international community.”

Felipe Faria, managing director of Green Building Council Brasil, noted that the Brazilian construction firm responsible for the certification of Maracanã, Odebrecht, pushed the boundaries of sustainable innovation, including features such as photovoltaic panels on the roof, rainwater reservoirs and selective collection for waste.

“Just over 60 years from its completion for the 1950 World Cup, Maracanã is once again making history,” said Faria. “Indeed, the entire country of Brazil is making history with these LEED stadiums. We are grateful for the leadership demonstrated by the professionals in the marketplace and applaud their achievements. The many green elements incorporated into these stadiums will reduce the environmental impact of the games on Brazil from improved transit access to lower water and energy consumption.”

Each stadium incorporated multiple sustainable features that contributed to its LEED certification. For example, Castelao Arena features a 67.6 percent reduction in drinkable water consumption, a 12.7 percent reduction in annual energy consumption and a 97 percent of the project waste was diverted from the landfill. Arena Fonte Nova, meanwhile, used 20 percent of its building materials made from recycled content, diverted 75 percent of the project’s construction waste from the landfill and purchased 35 percent of its power from renewable sources like solar and wind.

Brazil is among the top five countries worldwide with LEED-certified projects, encompassing nearly 3 million gross square meters (GSM) of LEED-certified space.

To date, project teams in more than 150 countries and territories have implemented LEED in their building projects, taking advantage of LEED’s framework to create structures that mitigate greenhouse gas emissions, provide healthier indoor environments for the people in the buildings and lower utility bills for building owners through reduced energy and water use.

Collectively, more than 59,000 commercial and institutional projects are participating in LEED, representing 1.02 billion GSM worldwide.

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Energia eólica tem futuro promissor

Fonte: Valor Online – SP

Por: Roberto Temperini – Para o Valor, do RJ

Acesse aqui o artigo em seu local de origem.

Silvia Costanti/Valor / Silvia Costanti/Valor
Élbia de Melo, da Abeeólica: equacionamento do gargalo de transmissão

Região que registra ventos fortes e constantes, o Nordeste brasileiro tem um futuro promissor na oferta de energia eólica. Abrigando mais de 70% da potência instalada em operação da fonte, outros 2.796 MW – quase uma usina de Santo Antônio, no rio Madeira – estão em construção.

A transmissão vinha sendo o calcanhar de aquiles do desenvolvimento eólico na região. Um descasamento no cronograma de obras que iriam escoar energia eólica para o sistema interligado nacional criou a estranha situação de se ter parques eólicos prontos para funcionar, mas sem ter como transmitir a energia. Mas isso é passado.

“A entrada da SE Igaporã no último dia 29 foi um grande passo para resolver essa questão. Em 2013, o governo mudou a metodologia do leilão, transferindo a responsabilidade da transmissão para os donos dos parques e esse descasamento não vai mais ocorrer”, comemora a presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica, Élbia Melo.

Outra questão que foi alvo de discussão foi o meio ambiente. Apesar de ser uma fonte limpa e renovável, a energia eólica sofreu restrições ambientais sobretudo para instalação em regiões litorâneas, rota migratória de aves. Em razão disso, as usinas estão indo para o interior, onde os ventos são tão bons ou até melhores do que os do litoral.

A ida para o interior nordestino, para áreas geralmente pouco desenvolvidas economicamente, está levando investimentos para lá. A construção dos parques exige toda uma cadeia de suprimento e de mão de obra que está rendendo dividendos para essas regiões. “A interiorização das eólicas é bem vinda”, avalia Adão Linhares, presidente da Câmara Setorial de Energia Eólica do Ceará.

Fabricantes de equipamentos, transporte, refeição, operação e manutenção dos parques, escolas técnicas, tudo isso traz desenvolvimento às regiões onde as eólicas são instaladas, sobretudo empregos. “Cada megawatt produzido pode abastecer com energia até mil famílias, gera dez empregos diretos e 15 indiretos na fase de construção e gera de 2 a 3 empregos diretos e indiretos nas fases de operação e manutenção dos parques”, mostra o diretor-geral do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), Jean-Paul Prates, que calcula que o segmento já tenha gerado 50 mil empregos no país e que vai gerar mais 3 a 4 mil ao ano.

Para continuar levando desenvolvimento às regiões, entretanto, alguns gargalos precisam ser resolvidos. Um deles é a infraestrutura. Estradas sem capacidade de receber equipamentos de grande porte ou mal conservadas, pontes estreitas e falta de ferrovias são fatores que encarecem os projetos, pois exigem soluções alternativas.

A Abeeólica montou um grupo de trabalho para pensar essas questões e trazer soluções. A associação espera apresentar em três meses um estudo sobre os custos e a competitividade da cabotagem para transporte de equipamentos eólicos. Outras questões também são analisadas. “Na Bahia identificamos que não havia escolta pública suficiente para acompanhar o transporte dos equipamentos. O governo da Bahia então permitiu o uso de escoltas privadas, agilizando o processo”, conta Élbia.

As 105 usinas em construção na região estão localizadas na Bahia, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte e Pernambuco. A maior parte é de usinas de alta ou média viabilidade, segundo o relatório de fiscalização mensal da Agência Nacional de Energia Elétrica. Isso significa que esses projetos estão com questões cruciais como início das obras e licença ambiental equacionadas ou com obras não iniciadas ou licenciamento ambiental em andamento, respectivamente.

O Estado que abriga a maior potência instalada em empreendimentos eólicos em construção é o Rio Grande do Norte, com 1.300 MW, distribuídos em 43 projetos. Conta com outros 1.200 MW em funcionamento e é também o primeiro nesse quesito. “Somos a maior matriz eólica do Brasil, com 45,49% da energia produzida a partir da fonte”, diz Prates.

Os potiguares também têm os dois maiores parques do país – Santa Clara e Ventos Potiguares, com 188 MW e 169,6 MW, respectivamente – mas devem perder esse posto entre julho e agosto para um parque da Renova, na Bahia, de 294,6 MW.

A Bahia também tem se destacado e disputa com o Rio Grande do Norte a liderança no segmento. O Estado tem o maior número de projetos inscritos no leilão A-5 – entrega da energia cinco anos à frente – que o Ministério de Minas e Energia vai promover no dia 12 de setembro. São 255 eólicas, uma capacidade de 6.291 MW. O Rio Grande do Norte, 3.427 MW. Esses projetos ainda vão passar pelo crivo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

O ambiente do segmento eólico é muito competitivo, tanto entre os investidores quanto entre os Estados. Nesse último caso, a fórmula que deu certo foi a atuação do governo estadual no sentido de resolver os principais gargalos.

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Planejamento apresenta norma para promover eficiência energética

Fonte: Compras Governamentais (12.06.2014)

Divulgação: Procel Info

Acesse aqui a reportagem em seu local de origem.

Brasil – O Ministério do Planejamento (MP) apresentou nesta semana, durante o 1º Seminário do Fórum de Desenvolvimento Urbano e Construção Sustentável, a Instrução Normativa nº 2, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 5 de junho de 2014. A norma estabelece as regras para a aquisição ou locação de máquinas e aparelhos consumidores de energia e o uso da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) nos projetos e edificações do governo federal. Seu objetivo é promover eficiência energética e incentivar a sustentabilidade nos órgãos públicos.

“Esta foi a primeira vez que apresentamos a nova norma para arquitetos, engenheiros e demais pessoas que trabalham na construção civil. Com a instrução normativa, o governo federal passa a adotar a ENCE como obrigatório nas edificações públicas”, explica Loreni Foresti, Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do MP.

Participaram do evento, representantes do Ministério de Minas e Energia, Eletrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), Conselho Brasileiro de Construções Sustentáveis (CBCS), entre outros.

Os projetos e as construções de novas edificações públicas federais devem ser desenvolvidos ou contratados visando à obtenção da ENCE. Neste caso, a etiqueta pode ser conseguida após, por exemplo, a avaliação da conformidade da edificação construída a partir da análise documental e levantamento de dados no local.

Já nas reformas que alterarem os sistemas de iluminação, condicionamento de ar ou a envoltória de uma edificação, o que é chamado de retrofit, é recomendado obter a maior classe possível de eficiência energética. Para isto, devem ser observadas as restrições do projeto original como, por exemplo, o tombamento da construção.

Produtos

Com a nova norma, os órgãos públicos terão de exigir no edital que os bens estejam regulamentados no âmbito do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE). Este programa fornece informações sobre o desempenho dos produtos, considerando atributos como a eficiência energética, o ruído e outros critérios que podem influenciar a escolha dos consumidores.

No caso do governo federal, os interessados em fornecer terão de classificar seus produtos na classe de eficiência “A” da ENCE. As tabelas com todos os produtos aprovados nesse programa podem ser encontradas no portal do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). 

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Cumprindo a norma técnica, pode-se evitar incêndios em subestações elétricas

Fonte: Equipe Target

Acesse aqui o artigo em seu local de origem.

Incêndios em subestações acarretam vários problemas

Mauricio Ferraz de Paiva

Normalmente, nesse tipo de instalação elétrica, algumas perguntas são inevitáveis. Para uma dada subestação qual o grupo de equipamentos que apresenta o maior risco de incêndio para a sua continuidade operacional? Se um incêndio ocorresse em uma subestação, em que locais a sua propagação poderia rapidamente envolver outros equipamentos?

Dessa forma, em um projeto de subestação de energia elétrica há um grande esforço em assegurar a confiabilidade do sistema. Além disso, os equipamentos são testados para um conjunto de especificações rígidas, tendo por intenção garantir a confiabilidade.

A NBR 13231 de 04/2014 – Proteção contra incêndio em subestações elétricas estabelece os requisitos mínimos exigíveis para proteção contra incêndio em subestações elétricas, de sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia. As subestações podem ser do tipo externa ou interna, convencional ou compacta. Esta norma não se aplica a subestação compacta blindada e subestação ou transformadores móveis.

A última revisão da NBR 13231 foi realizada pelo ABNT/CB 24 em 2005 e teve como intuito identificar e adequar as práticas e tecnologias de segurança contra incêndio em subestações elétricas, além de consolidá-la junto a normas de âmbito internacional específicas sobre o assunto. A revisão atual inclui mudanças de formatação segundo os novos padrões da ABNT e atualiza as práticas de proteção contra incêndio em subestações elétricas, aprimorando procedimentos e incorporando tecnologias seguras de prevenção e combate ao incêndio, incluindo também aspectos relacionados ao risco ambiental na proteção contra incêndio.

As alterações incluídas nesta norma foram baseadas na pesquisa de Comitês Técnicos especializados, experiências de campo adquiridas do incêndio de subestações elétricas, avanços na engenharia de proteção contra incêndio e em normas internacionais aqui referenciadas. O impacto do risco de incêndio na saúde, segurança, continuidade de serviço e preservação patrimonial é a razão para promover a prevenção, proteção e outras medidas de segurança contra incêndio.

Os riscos de incêndio são condições que criam o potencial para um incêndio e possuem no mínimo os seguintes atributos: importância de um possível incêndio; consequência da perda em potencial; e a probabilidade de ocorrência em algum momento. O processo de análise e identificação dos riscos de incêndio deve ser usado em subestações novas e existentes para determinar o nível apropriado de proteção contra incêndio para mitigar as consequências do incêndio. A análise dos riscos de incêndio deve ser realizada por um time constituído de projetistas da subestação, especialistas na proteção contra incêndio e pessoal de operação, de forma que todas as perspectivas estejam incluídas no processo.

A probabilidade de incêndio e potencial magnitude de suas consequências devem ser quantificadas para ajudar a justificar a necessidade de proteção contra incêndio. Os registros históricos de incêndios em subestações também ajudam na análise dos riscos de incêndio.

A análise dos riscos de incêndio deve ser documentada e estar disponível junto ao projeto executivo da subestação. Os itens a seguir apresentam riscos de incêndio conhecidos, encontrados em subestações. Para informações adicionais, consultar NFPA 851 e folhas de dados da Factory Mutual: FM Data Sheets 5-4, 5-19 e 5-31.

Óleo mineral é o líquido isolante de uso predominante em transformadores e outros equipamentos elétricos, que constitui um dos principais riscos de incêndio em uma subestação. Consequentemente, muito desta norma trata de riscos e meios de proteção com base em incêndios de óleo mineral. Com base na massa e potencial de liberação de energia, um equipamento isolado em óleo mineral é normalmente a maior fonte de combustível presente na maioria das subestações, incluindo: transformadores e reatores: tanques principais, buchas, radiadores, conservadores, comutadores de derivação em carga e bombas de resfriamento; transformadores de instrumentos; reguladores de tensão; disjuntores; cabos: isolados a óleo, tubulares, caixas e juntas de transição; capacitores; sistemas de óleo lubrificantes (por exemplo, para compensadores síncronos); casas de bomba e plantas processadoras de óleo.

Existem vários líquidos isolantes alternativos com melhores propriedades de segurança contra incêndio, desenvolvidos com pontos de fulgor e combustão mais altos, que são reconhecidos como fluidos dielétricos que reduzem os riscos de incêndios em relação ao óleo mineral. Esses fluidos são classificados como fluidos de alto ponto de combustão ou classe K, e são um meio eficaz de reduzir o risco de incêndio em uma subestação.

Fluidos de alto ponto de combustão ou classe K são líquidos isolantes para uso em transformadores ou outros equipamentos, que possuem ponto de combustão mínimo de 300 °C pelo método de ensaio “vaso aberto Cleveland”, conforme NBR 11341. A designação “classe K” é estabelecida pela NBR 5356-2. Anteriormente eram denominados “fluidos resistentes ao fogo”.

A Tabela 1 (disponível na norma) apresenta exemplos de fluidos dielétricos de alto ponto de combustão (classe K) e seus respectivos valores de ponto de fulgor, combustão e nível máximo de contaminação com óleo mineral, para atender à classificação de fluidos de alto ponto de combustão (classe K). Para comparação, o óleo mineral isolante possui ponto de fulgor de 145 °C e ponto de combustão de 160 °C.

Mauricio Ferraz de Paiva é engenheiro eletricista, especialista em desenvolvimento em sistemas, presidente do Instituto Tecnológico de Estudos para a Normalização e Avaliação de Conformidade (Itenac) e presidente da Target Engenharia e Consultoria – mauricio.paiva@target.com.br

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Top 10 skills every Facility Manager needs

Fonte: iofficecorp.com/blog

By: Elizabeth Dukes

Facilities Management is a diverse field that asks a lot of those who work in it. The professional, interpersonal, and even emotional demands that FMs face every day are significant, and they can seem to come from all directions.

So here at the dawn of a new year, we thought we’d reflect on the strengths and skills that are most in-demand in the 2014 FM marketplace. They’re the Top Ten Attitudes & Aptitudes that’ll empower you to take on each day’s challenges like an FM champ.

10. Numerical Know-How

Most FMs aren’t economists, mathematicians, or CPAs. But budgeting and financial planning are nevertheless important parts of the job. You need to know what your company’s key metrics are and how to calculate them. The more financial insight you have, the more effective a manager you’ll be.10 skills every FM should have to manage their team.

But even if you were never a “mathlete” in school, you can learn the skills you need to understand high-level business budgeting. Critical thinking goes a long way. In addition to numerical know-how, employers look for someone with an analytical approach, a commitment to getting (and improving) results, and good old-fashioned business sense.

9. Legal Eagle-bility

A superhero FM doesn’t need a law degree any more than a math degree, but having an appreciation for the impact that federal, state, and local law have on your facility is important. Whatever industry you find yourself in, chances are good that numerous statutes and regulations apply to everything from HR to day-to-day operations.

Occupational Health & Safety laws are especially important to commercial facilities. Familiarity with OSHA regulations and other applicable law is a real benefit for any FM, especially those who manage high-risk sites or who work in a heavily regulated field. E911 is obviously important too. You need to understand your responsibility for making sure emergency contact is properly coordinated with physical location. It’s also good to know the basic principles of your state’s tort law, especially where premises liability, personal injury, and employment law are concerned.

8. Insider’s Insight

As an FM, you probably know a lot of about the Facility Management field. But what about your company’s industry? Are you an expert in their universe as well as your own?

Let’s say you’re the FM for the second-busiest hospital in your city. Sure, you know the building and how to run it, but how much do you know about healthcare? You don’t need an M.D., but understanding how the medical industry operates will enable you to diagnose (pun intended) your facility’s problems. Armed with an insider’s insight, you’ll be better poised to take your hospital to #1.

You also need to know your own company’s specific vision, values, and goals. How do they fit into the larger, industry-wide picture? How do they differentiate themselves? What objectives are they targeting within their market? Employers need an FM who can help guide them along a strategically charted, goal-oriented path.

7. A Go-with-the-Flow Attitude

A lot of leadership is intuitive, but good instincts can be learned. Are you generally easygoing, or are you naturally “on edge”? Either personality type can serve you well in different situations, but flexibility is an especially valuable trait for FMs.

Ours is a dynamic profession. Every day is different, and problems pop up without warning. If that kind of environment excites you, you’re already two steps ahead. But if uncertainty is a stressor, it doesn’t mean you can’t be the best of the best among FMs. It’s never too late to learn to take a deep breath and recalibrate your approach to the unknown.

6. Emergency Reflexes!

Part of going with the flow means keeping calm in an emergency. If you’ve never faced a true emergency, you might not know how you’d naturally respond. Some people panic; others become instinctively solution-oriented and level-headed. As a general rule, “cool and collected” is the most effective approach to even the direst emergency. Planning is part of that. If you already know exactly how to react when an urgency arises, you won’t be caught off-guard. So be prepared!

5. Project Leadership

Facility Managers often double as Project Managers. Or maybe you work alongside a designated PM. Whatever the task at hand may be, yours is a position of leadership. You’ll need to set goals, motivate your workforce, monitor performance, and measure results.

While there’s no real substitute for experience, even a newcomer to project management can learn a lot about leadership by taking a seminar or reading a book. It helps to have project management software you can rely on too, and that brings us to #4…

4. IT Savvy

FMs may not need a background as software engineers, but the reality is that today’s FM world is more technology-reliant than ever. The more quickly you embrace that, the more valuable you’ll be in your field. Everything from room reservations to asset monitoring and facility maintenance is managed on the computer today (and, increasingly, on smartphones and tablets). IT plays an invaluable role in the way FMs communicate with their workforce, customers, and coworkers as well.

Your employer will look to you as the expert in facility management software. They likely don’t have time to educate themselves on the latest developments, so they’ll depend on you to keep the facility on solid technological ground. That’s why you’ll want to keep yourself apprised of the latest trends in FM software development. Make sure your IT platforms are situated to solve problems and eliminate waste.

3. Sustainability

Sustainability continues to trend not only as a buzzword but also as an emerging corporate value all around the world. That’s especially true in the facilities sector. A sustainable building is an efficient resource for any company, so your employer will count on you to keep your facility as green as can be. Start looking for ways to enhance efficiency. Make sustainability a goal and take proactive steps toward it. It’s good for your professional portfolio, the environment, and the bottom line. Win, win, win!

2. Cross-Networking

Companies consist of numerous divisions charged with specific sets of responsibility. Often, these areas of oversight overlap. That’s especially common in Facilities Management because the physical workspace intersects with almost everything that happens inside it. That’s why FMs need the ability to network laterally across the entire organization with IT, HR, administration, other executives, etc. Take a step back and think about all the ways your job complements the work others are doing elsewhere in the company. What can you do to improve those relationships?

1. People Skills

At the end of the day, Facilities Management is all about the people you serve. Your ability to connect with, engage, and inspire the others around you will make the most determinative difference in your performance as an FM. The good news is that people skills are among the most easily acquired traits on this list. Much of it comes down to your own perspective.

Respect is the cornerstone of every productive working relationship. Communication matters, too. Don’t just convey information; make sure your meaning is understood (and, in turn, make sure you understand others as well). Identify the objectives of the people you work with, learn what motivates them, and commit yourself to forging a professional connection that inspires each party to bring out their very best.

You’re a leader in a “people profession.” What could be more exciting than that? Make it your goal to be the best FM you can be in 2014. Using our list as a guide, seek out the skills that will benefit you the most and commit to making this year the most successful one yet… not only for you but also for all the people you serve!

 

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