Fonte: Engenharia Compartilhada
Petrobras: a menina dos olhos e a bola da vez

Todas as atenções estão voltadas para a principal empresa brasileira, a Petrobras. Em tempos de Copa do Mundo, pode-se dizer que a estatal é a bola da vez, nos dias atuais, nacional e internacionalmente.
Os motivos e interesses são diversos, nem sempre claros e, muitas vezes, pouco confiáveis. Ao mesmo tempo em que muitas denúncias de malversação de dinheiro empregado na empresa florescem, advindas predominantemente das forças de oposição governamental, ninguém pode negar que a estatal alçou voos nunca antes imaginados e que hoje figura entre as maiores empresas do setor petrolífero mundial.
Independentemente dessas questões de ocasião, o óleo de origem fóssil, que levou milhões de anos para ser formado nas rochas sedimentares, se tornou a principal fonte de energia do mundo moderno. Aqui, no Brasil, a maior parte das reservas está nos campos marítimos, em lâminas de águas profundas, muito maiores dos as de outros países produtores.
Por isso, encontrar petróleo exigiu da Petrobras conhecimento e tecnologia, além de ousadia e criatividade. Foi preciso analisar as técnicas existentes, adaptar, aperfeiçoar e inovar para trabalhar em um cenário inédito, o que nos tornou referência mundial no setor petrolífero.